Acadêmicos da Rocinha

CONFIRA O RESUMO DA PRIMEIRA NOITE DE DESFILES DA SÉRIE A

POR ALEXANDRE ALCÂNTARA
         Fotos: Fabiano Santos
Na noite desta sexta (5), as agremiações da Série A, abriram o carnaval na avenida mais famosa do mundo, a Marquês de Sapucaí. Com a casa lotada, algumas escolas deixaram a desejar, embora outras brilharam e fizeram o seu papel de levar para a Sapucaí um espetáculo grande e ao nível da maior festa a céu aberto do mundo. Confira abaixo o resumo do desfile de cada agremiação.

ROCINHA

Foto: Fabiano Santos
Abrindo a noite de desfiles a Acadêmicos da Rocinha levou para a avenida a história da sua comunidade. Com o enredo Nova Roma é Brasil. Brasil é Rocinha, a escola não empolgou a Sapucaí, que ainda começava a receber o público. Entre os quesitos que a escola mais deixou a desejar, estão alegorias e adereços, onde era visível o esforço feito pela agremiação para botar o carnaval na avenida. 
A segunda e terceira alegoria, vieram com ferragens à mostra e faltando partes dos adereços, além de um queijo sem um dos destaques. bem próximo ao segundo módulo de jurados uma falha comprometeu a evolução do primeiro casal. O mestre-sala tropeçou e caiu enquanto fazia a sua apresentação.
Além de todos os erros citados, a agremiação estourou o tempo de desfile em 1 minuto. 
O conturbado desfile da agremiação poderá levá-la de volta a Série B. 



ALEGRIA DA ZONA SUL
Foto: Fabiano Santos

Segunda agremiação a passar na avenida, a escola exaltou o seu padroeiro Ogum. O enredo de autoria do carnavalesco Marco Antônio Falleiros, foi bem desenvolvido na avenida e conseguiu passar a proposta da homenagem ao santo. A Alegria da Zona Sul levou para a passarela do samba  um carnaval maior e bem mais acabado que no últimos anos.






PORTO DA PEDRA

                        Foto: Fabiano Santos
A Porto da Pedra pode ser considerada a surpresa da noite, a agremiação de São Gonçalo desfilou com garra e a comunidade cantou forte o samba que homenageava o palhaço Carequinha, um dos mais renomados artistas do meio circense, nascido na cidade de origem da agremiação. O carnavalesco Jaime Cezário conseguiu driblar a crise financeira e fazer do carnaval da vermelha e branca um carnaval luxuoso e cheio de requinte.






SANTA CRUZ
                      Foto: Fabiano Santos

A agremiação levou uma mensagem de preservação do meio ambiente para a avenida. Com fantasias e alegorias bem acabadas, a escola conseguiu passar muito bem a proposta do enredo na avenida, e pode surpreender na quarta-feira de cinzas, conseguindo uma colocação melhor que nos anos anteriores. 
Se sobrou estética, faltou evolução! A comunidade não cantou o samba o que deve tirar pontuação da escola.





VIRADOURO

                       Foto: Fabiano Santos
De volta ao grupo de acesso, a agremiação fez um desfile muito bem estruturado, mas algumas falhas podem prejudicar a pontuação da vermelha e branca. O carro abre-alas não apresentou um bom acabamento e a alegoria seguinte que retratava o Império Romano, passou na avenida completamente apagada. Com um samba aclamado pelos críticos, a escola empolgou, a comunidade cantou forte e evoluiu até o final da apresentação da agremiação.






RENASCER DE JACAREPAGUÁ
         Foto: Fabiano Santos

Com falhas no acabamento e na iluminação das alegorias, a agremiação passou na avenida fazendo um desfile morno, se comparado ao dos anos anteriores. O destaque do desfile da agremiação ficou por conta do casal Thiaguinho e Amanda, que deram um show na avenida.

Com um enredo colorido e que retrata a doçura da criança de seus orixás protetores, a escola optou por fantasias mais coloridas, porém deixou a desejar no acabamento das mesmas, alguns componentes desfilaram com partes de suas fantasias rasgadas, como pôde ser visto nas alas 11 e 13.




IMPÉRIO DA TIJUCA

         Foto: Fabiano Santos
A escola do morro da formiga pisou forte na Sapucaí. Encerrando a primeira noite de desfiles da Série A, a agremiação que tem por tradição desenvolver temas  africanos, inovou e trouxe em 2016 um enredo em homenagem ao ator José Wilker. 
O ponto forte do desfile foram as fantasias, que eram de  fácil entendimento e remetiam a trabalhos do ator na TV  e no cinema. 




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